Administrar uma empresa exige conhecimento. Normalmente, quem desempenha essa função busca esse preparo nas cadeiras de uma faculdade, por exemplo. Outra fonte de informação relevante são os jornais e revistas. No entanto, nada será mais útil para o empreendedor do que avaliar os números do próprio negócio. Por isso, ter um fluxo de caixa projetado é tão importante.

O fluxo de caixa projetado é um interessante estudo que pode ajudar o empreendedor a tomar decisões financeiras corretas, de forma rápida. É natural que empresas já dediquem atenção ao fluxo de caixa, mas, ao organizarem melhor essas informações, elas ficam menos suscetíveis a influência de fatores externos.

Ficou interessado no assunto? Este artigo irá ajudá-lo a entender melhor esse tema. Vamos lá!

Fluxo de caixa projetado: para que serve?

O objetivo do fluxo de caixa projetado é fornecer ao empresário um panorama futuro do negócio, com foco no curto prazo. Desse modo, os controllers da empresa sabem quais são os períodos em que o volume de saídas supera o de entrada de recursos.

Uma das muitas utilidades desse controle é organizar o pagamento de contas, de modo que esse processo financeiro não prejudique o caixa da empresa, colocando investimentos em risco.

Em longo prazo o fluxo de caixa projetado ajuda a empresa a planejar suas atividades financeiras, revela se o negócio possui liquidez e aperfeiçoa o gerenciamento do capital de giro.

Fluxo de caixa projetado: como fazer?

É possível fazer um fluxo de caixa projetado em qualquer momento da história de uma empresa. O ideal é que esse tipo de planejamento esteja presente desde o início da operação do negócio, pois isso dará ao empreendedor capacidade de avaliar os investimentos com maior segurança.

O primeiro passo é definir o valor do saldo inicial da empresa. Após feito isso, devem-se identificar os gastos fixos e os variáveis. Uma dica é controlar todas as saídas, por menores que sejam, pois, se forem recorrentes, representarão um grande valor em um período maior de tempo.

Caso a empresa possua dívidas é importante colocá-las no fluxo de caixa variável, identificando a taxa de juros praticada. Se a empresa tiver plano de contrair um empréstimo ele também pode constar no estudo, ainda que não tenha sido realizado. Isso é importante para descobrir a viabilidade da transação.

Identifique os valores que tem a receber, assim como o período no qual ocorrem os pagamentos. Desse modo, a empresa entenderá quais os períodos em que possui capital e qual a projeção de recebimento que dispõe.

Outras informações podem constar nesse estudo, dependendo da situação da empresa. É importante frisar que se trata de estimativas, afinal, não levam em consideração a inadimplência de um cliente, por exemplo.

Mesmo assim, é altamente recomendável manter um fluxo de caixa projetado, pois, desse modo, o empreendimento não é pego de surpresa por fatores externos, podendo tomar decisões financeiras com maior segurança.

Uma dica importante é modernizar a coleta e armazenagem dessas informações para diminuir a incidência de erros. Fazer esse estudo com lápis e papel é impensável. Criar uma planilha no Excel também já está ultrapassado. O ideal é trabalhar com softwares criados especialmente para essas funções.

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